Portugal pediu o apoio do Fundo Monetário Internacional (FMI) e da União Europeia, e como consequência, a Allianz acha que o efeito de contágio da crise de dívida europeia terminará por aqui. Para a Allianz, a crise de dívida termina aqui, foram as declarações de Nikhil Srinivasan, analista chefe da companhia de seguros de origem alemã à agência noticiosa Reuters.
Em todo o caso, a Allianz não tem quaisquer intenções de intensificar a exposição a Portugal, nem à Grécia e à Irlanda – os países já alvo de intervenção externa da zona euro. Por outro lado, reafirma o propósito definido para este ano de 2011 de atingir a fasquia dos 8 mil milhões de euros de lucros, mesmo tendo em conta a catástrofe recente no Japão, de alguma maneira mexeu com a companhia.